terça-feira, 25 de novembro de 2008
MORRO DO CHAPÉU E JOCA MARQUES SE DESTACAM COMO AS CIDADES MAIS TRANQUILAS DA ÁREA DA 4ª COMPANHIA DE POLÍCIA
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
GOVERNADOR PROMOVER OFICIAIS NO DIA DA BANDEIRA
Fonte: Assessoria de Comunicação da PMPI. www.pm.pi.gov.br
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
A NATUREZA HUMANA
A comunicação hoje é tão fácil e envolvente que não permite a ninguém ficar alheio aos acontecimentos, principalmente os chocantes. No fundo, temos que admitir que estamos passando por um processo apocalíptico, com o desaparecimento das qualidades e faculdades mais nobres do ser humano. Todos nós somos reféns do medo, rodeados pelos vícios, assistindo a todo tipo de degradação e destruição da humanidade. A humanidade está em perigo constante. A idéia de conseguir tudo o mais rápido possível está reduzindo as relações humanas a uma condição de selvageria. Após vários episódios de crimes bárbaros ocorridos e transmitidos pelos tele-jornais, podemos concordar com as palavras do especialista em ética Peter Singer, da Universidade de Princeton, Estados Unidos, que declarou: “Quando pessoas supostamente normais cometem barbáries, é sinal de que a sociedade perdeu o controle de si mesma e as pessoas não têm mais a noção de certo e errado”.Cap Vicente Albino Filho
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
4ª COMPANHIA DE ESPERANTINA PROMOVE PALESTRA SOBRE PREVENÇÃO ÀS DROGAS
Fonte: Portalesp.com. www.jornalesp.com
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
PMPI FARÁ PARTE DO BATALHÃO ESPECIAL DE PRONTO EMPREGO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
Foi publicado no Diário Oficial da União da quarta-feira (1/10) que publicou aportaria que institui o Batalhão Especial de Pronto Emprego (BEPE) – novo setor especializado da Força Nacional. O Batalhão, com sede em Luziânia (GO), região do Entorno de Brasília, foi criado para disseminar conhecimento e tecnologia de ponta para as polícias estaduais e garantir a imediata atuação em casos de grave crise nos estados.De acordo com o ministro da Justiça, Tarso Genro, o BEPE também representará a mudança de paradigma no combate à violência proposta pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). “A execução do Programa depende da formação correta dos policiais, que devem ser educadores da nossa sociedade e protetores dos direitos constitucionais da população”. Inicialmente o batalhão será composto por 550 policiais (entre homens e mulheres) cedidos por 11 estados por um ano, para receberem treinamento. Após esse período, eles retornarão aos locais de origem com todo o equipamento utilizado durante a capacitação, como viaturas, armas letais e não-letais, coletes e capacetes balísticos de última geração.Para este ano foram escolhidas as entidades federativas que mais contribuíram com a cessão de profissionais à Força Nacional. São eles: Amazonas, Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, PIAUÍ, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.Segundo o ministro, a participação de regiões diferentes ajudará a consolidar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e a formar uma equipe verdadeiramente cidadã. “Essa polícia, que terá o material e a técnica adequada para trabalhar, será capaz de exercer o monopólio legítimo da Força dentro da lei e da Constituição, e de fazer a grande ponte com a cidadania”. Instalação do BEPE - Durante o período de capacitação, os policiais do BEPE farão treinamentos práticos nos municípios goianos do Entorno do DF e num sítio no Jardim Ingá, próximo a Luziânia - onde será construída uma cidade cenográfica com alvos móveis, uma piscina para prática de salvamento em águas profundas e um campo de tiro virtual 360 graus. A instalação foi doada pelo governo de Goiás, junto com o 10º Batalhão da Polícia Militar do estado. “A simples presença dessa força tem um caráter dissuasório da violência na região e impede os crimes ordinários, como assaltos e furtos, que mais incomodam a população. Goiás será beneficiado com isso, pois contará com a única sede permanente da Força Nacional”, afirmou o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri."
Fonte: Assessoria de Comunicação da PMPI. www.pm.pi.gov.br
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
COMEN REALIZA AÇÕES PREVENTIVAS NA ÁREA DA 4ª COMPANHIA DE POLÍCIA
Postado por 4ª CPM/12º BPM - Esperantina - PI às 06:45 1 comentários Links para esta postagem
domingo, 2 de novembro de 2008
POLICIAIS DA 4ª COMPANHIA EFETUAM PRISÃO DE BANDIDOS DE ALTA PERICULOSIDADE
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sábado, 1 de novembro de 2008
O PAPEL DA POLÍCIA NA SOCIEDADE
Uma sociedade que se pretende democrática deve almejar atender, minimamente, os principais anseios da sua população: distribuição de renda, serviços públicos de qualidade na saúde, educação e segurança pública. Demandas básicas de qualquer povo, principalmente dos menos abastados, desprovidos de recursos capazes de suprir as deficiências do Estado nessas áreas. Embora existam numerosos estudos a respeito das organizações Policiais, pouco se sabe, ainda, sobre a natureza dos atributos e das relações envolvidas na eficácia de organizações que prestam serviços públicos. Em razão desta constatação, as corporações policiais, no Brasil, não constituem raridades e projetam-se em ascendentes práticas de violência e criminalidade urbanas. Os problemas relacionados à segurança pública vêm ganhando dimensões epidêmicas no Brasil, onde, pessoas e instituições dedicadas a estudá-los seriamente, são poucas ainda, assim como são muito precários os dados disponíveis para subsidiar análises precisas e políticas eficazes na diminuição do crime e da violência. A obsessão social pelo crime é traduzida na vida cotidiana, onde até nos momentos de lazer, reservamos grande parte do tempo para assistirmos aos filmes de ação e às matérias relacionadas à violência e criminalidade freqüentemente abordadas nos principais telejornais – em horário nobre(Eloá, Cravinhos, etc). Neste cenário, um dos temas mais avaliados por estudiosos da área de segurança, formuladores de políticas públicas, autoridades de governo, acadêmicos especialistas e pelos próprios policiais é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como um recurso para capacitá-la, visando um desempenho mais eficiente, responsável e efetivo na realização de sua missão. Notadamente, sabe-se que a questão da qualificação não resolverá o problema da segurança da população. A questão é mais complexa do que se imagina, tendo em vista que ao levar em consideração as palavras do grande sociólogo Emile Durkheim quando afirmou no início do século passado que: “o crime é um fato normal em qualquer sociedade”. Apesar de óbvia, a afirmação costuma chocar as pessoas que imaginam ser o papel da polícia acabar com o crime. Entende-se, portanto, que se a polícia auxiliasse na redução drástica dos roubos diários nas grandes metrópoles, e hoje, também nas pequenas cidades, ainda assim, centenas de pessoas seriam vítimas todo dia. Vítimas sempre existirão independentemente da eficiência da polícia, o que se traduz na responsabilidade das pessoas de reduzir as possibilidades de sofrerem algum ato ilícito. Se os aparatos de polícia e justiça não conseguem controlar a criminalidade e sobram pressões de outras condições sociais desfavoráveis, o combate à violência se torna prioridade nas preocupações da sociedade e o mercado da segurança se torna especialmente atrativo para exploração comercial, aqui como em qualquer lugar do mundo.Cap Vicente Albino Filho
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