terça-feira, 11 de março de 2008

PIAUÍ, 185 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

O PIAUÍ NA HISTÓRIA

A história é um instrumento que permite conhecer as coisas no tempo presente.

Ocorreram no século XVII as primeiras incursões exploradoras ao território que é o espaço geográfico do Piauí de hoje. Foi o tempo da chegada das bandeiras entradistas, que, oriundas das regiões litorâneas da Bahia, São Vicente, Maranhão e Pernambuco, fizeram guia de subjugação e extermínio às populações nativas e implantaram suas experiências de criação de gado e agricultura de subsistência. No interior e zona central dessa nova área de exploração colonial, assentou-se em 1697 um núcleo ordenado de povoamento, a hoje cidade de Oeiras, ao mesmo tempo em que no extremo sul era fundada Parnaguá, e também se formavam as primeiras comunidades na região norte, no entorno da agora cidade de Piracuruca, proximidades da serra da ibiapina. A palavra Piauí deriva de um dos primeiros rios atingidos pela vaga colonizadora, subafluente do rio Parnaíba, cuja bacia oriental é ocupada pelo hoje Estado. Nesse entendimento, Piauí vêem a ser rios dos Piaus rio dos peixes pintados. No território do Piauí intercruzavam-0se várias linhas imaginárias das primitivas donatarias hereditárias. As capitanias chamadas de Pernambuco, Itamaracá, Rio Grande e Maranhão são marcos das primeiras jurisdições estabelecidas sobre estas terras banhadas pelos rios da bacia do Parnaíba. Com efeito, caberá a latifundiários baianos e pernambucanos a titularidade das primeiras sesmarias, à igreja olindense a criação da primeira paróquia piauiense, e ao governo do Estado do Maranhão colonial as medidas oficiais que resultam na criação da Capitania do Piauí, em 1718. Convém realçar que a costa litorânea piauiense é realmente pequena e foi, na história Colonial, parte da capitania doada de Fernão Álvares de Andrade, tesoureiro-mor do rei de Portugal à época. No tempo das lutas pela separação do Brasil de Portugal e pela Independência do Brasil, o Piauí foi uma das últimas províncias a aderir a tal movimento. O fez, porém, em meio a tormentoso movimento em que centenas de pessoas deram a vida pela causa, no alvorecer do ano de 1823. O fato mais notável desses embates ocorreu perto da vila de Campo Maior – no leito do riacho do Jenipapo. Em meio a esse movimento, uma facção política tomou o poder em Oeiras e o manteve por décadas. Oeiras perderia sua condição de capital piauiense no ano de 1852, quando uma nova cidade-capital – Teresina – foi criada com essa intenção. As referências históricas acima correspondem, apenas, ao século da colonização, porque as terras do hoje Piauí conhecem populações desde pelo menos 50 mil anos. São fartos os indícios da existência dessas primeiras comunidades na História local, especialmente as reveladas na região da hoje chamada Serra da Capivara, onde arqueólogos, historiadores, paleontólogos, antropólogos etc., estudam e buscam saber sobre o desenvolvimento de suas origens e modos de viver.


Por Fonseca Neto.

segunda-feira, 10 de março de 2008

POLÍCIA MILITAR E TRABALHO SOCIAL, JUNTOS CONTRA A VIOLÊNCIA

O Esquadrão Independente de Polícia Montada (EIPmont), deu início na tarde de ontem (08/03/2008), ao projeto social “Pelotão Mirim” do bairro Extrema, que abrange 12 comunidades. Esse projeto é o primeiro com o apoio da Cavalaria, que tem como principal objetivo combater a violência e tirar as crianças das ruas.O Major Viana, Comandante do EIPmont, conversou com as mães e os país presentes na reunião, explicando a importância do projeto para os filhos de cada um.“O Pelotão Mirim é um trabalho social para combater a violência, pois a violência não é combatida só com a polícia, mas com trabalhos sociais também”.Segundo o Comandante do EIPmont, a maioria das mães estão mandando os seus filhos para o interior, com medo da violência.O Pelotão Mirim será composto por 200 crianças e adolescentes, na faixa etária de 8 à 17 anos. Elas terão atividades esportivas, reforço escolar e aulas de equitação. O projeto funcionará de forma que, os participantes que estudam no período matutino vão ter aulas no período vespertino e vice e versa.Dona Graça, mãe de duas crianças que vão participar do pelotão, ficou emocionada ao falar para os presentes. “Agora a gente vai saber que quando a gente sair de casa, eles (os filhos) vão estar na cavalaria, tendo uma atividade”.O projeto conta com duas psicólogas e uma assistente social, cedida pela Primeira Dama Rejane Dias, e instrutores voluntários que darão as aulas de Educação Física, reforço escolar, entre outras atividades.Reilan Nunes, idealizador e coordenador do programa “Frutos do Brasil” estava presente juntamente com o seu pelotão, que já teve duas campeãs da São Silvestrinha, competição de nível internacional, a Flavia Rafaela e a Samara.Foram convidados para compor a mesa, o Coronel Nonato Lopes, Ex. Comandante Geral, o Coronel Edvaldo Marques, Ex. Comandante Geral, o Ten. Saraiva, do 8º BPM, o Procurador do Estado Ivaldo Fontenele, entre outras autoridades militares e convidados civis.Reilan fez um agradecimento por todo o apoio que o Coronel Edvaldo Marques, sempre deu a ele e que agora estava dando também ao projeto do Pelotão Mirim, do bairro Extrema.“Espero que esse pelotão já esteja desfilando no dia 7 de Setembro, na Avenida Freire Serafim.” Declarou o Coronel Edvaldo Marques.O Pelotão Mirim recebeu o nome de “Projeto Antonia Marques Lopes”, em homenagem a mãe do Coronel Edvaldo Marques. O Pelotão Mirim Frutos do Brasil e o Pelotão do 8º BPM desfilaram ao som da Banda de Música do 8º Batalhão da Polícia Militar.

Fonte: Assessoria de Comunicação da PMPI.

domingo, 9 de março de 2008

TRÂNSITO EDUCADO, VIDA PRESERVADA

O comportamento humano solidifica-se na prática de valores, habilidades, auto-estima e autoconceito. Historicamente vemos a preocupação com a educação para o trânsito baseada na trilogia: VEÍCULO, VIA E VIDA. Essa harmonia, contudo, mostrou-se incapaz, no decorrer do processo educacional, de cumprir o seu papel na diminuição de acidentes, e consequentemente de mortes no trânsito. Condições excelentes das vias e dos veículos não impedirão que os acidentes de trânsito ocorram se o homem não estiver capacitado para uma prática social diferenciada, onde o respeito à vida seja o ápice de sua formação educacional. A educação para o trânsito é muito mais abrangente que uma mera aprendizagem de normas, regras e sinalizações, mas constitui-se em uma aprendizagem de hábitos e atitudes capazes de modificar comportamentos e procedimentos diante da complexidade do trânsito. Nesse sentido, é necessária uma política de governo que proponha uma formação não somente acadêmica, mas principalmente humana que supera o conhecimento de normas e regras preestabelecidas, investindo na mudança de atitudes, utilizando-se de uma metodologia que valorize o conhecimento da realidade do trânsito em que a pessoa está inserida, considerando suas experiências como o início para a sistematização do conhecimento de que ele necessita para sobreviver confiante, saudável, educado e feliz, refletindo assim, na sociedade e no sistema de trânsito.

Vicente Albino Filho - Capitão PM

sábado, 8 de março de 2008

OPERAÇÃO POLICIAL RECUPERA MOTOS ROUBADAS

Uma mega operação policial foi montada para prender uma quadrilha de assaltantes que atuou na última terça-feira (04/03/08) no povoado Costo, município de Campo Largo. Durante a perseguição, na localidade Vieira, município de Esperantina, os bandidos abandonaram as motocicletas e adentraram no matagal. A polícia empreendeu buscas na região, mas não foi possível prender os marginais. Na operação foram recuperadas duas motocicletas roubas (uma Moto Titan CG 125, sem placa, cor preta, chassis n° 9C2JC3CO104R86414, uma Moto Titan CG 125, sem placa, cor metálica, chassis n° 9C2JC3010YRO42291), três capacetes e R$ 50,00 em dinheiro. Tudo foi entregue na delegacia de Esperantina para os procedimentos legais.

sexta-feira, 7 de março de 2008

FEVEREIRO REGISTRA QUEDA NA CRIMINALIDADE EM ESPERANTINA

Mais um mês de queda nos índices de criminalidade na cidade de Esperantina. No mês de fevereiro a polícia militar registrou um queda de 30% no número de ocorrências se comparado com o mês de janeiro. Foram 62 ocorrências em janeiro contra 43 em fevereiro. No mesmo mês, a polícia militar efetuou 162 abordagens a pessoas, 150 a veículos, foram apreendidas 04 armas de fogo, 11 armas brancas (facas e facões) e 21 pessoas foram conduzidas à delegacia local. Esses números refletem o trabalho sempre vigilante das polícias civil e militar de Esperantina, ressaltou o Cap Albino.

sábado, 1 de março de 2008

4ª COMPANHIA COMPLETA 33 ANOS DE BONS SERVIÇOS PRESTADOS À SOCIEDADE.

As raízes da 4ª Companhia de Polícia Militar assentam-se no destacamento policial militar implantado no então povoado Vila da Boa Esperança. Com a elevação da vila à categoria de cidade já na década de 30, muita anos depois, exatamente no ano de 1969, é que foi construída a cadeia pública, onde o destacamento passou a se instalar e a desenvolver seus trabalhos. Já devidamente organizado, esse destacamento, mais tarde denominado GPM, passou a pertencer diretamente à Companhia de Polícia da cidade de Piripiri. Logo em seguida, passou a pertencer à 1ª Companhia sediada na cidade de Parnaíba. Com o passar dos tempos, a importância comercial e o aumento populacional da cidade de Esperantina, exigiam maior atenção por parte do Estado com relação á segurança pública, principalmente porque todas as cidades e povoados circunvizinhos dependiam direta ou indiretamente da cidade. No ano de 1974, o então Comandante da Polícia Militar, vendo a necessidade da implantação de uma Companhia de Polícia na cidade de Esperantina, determinou o início da reforma da antiga Associação Rural da cidade, onde iria ser instalada a 4ª Companhia de Polícia Militar, subordinada ao 2º Batalhão com sede em Parnaíba. No dia 27 de Fevereiro de 1975, foi realizada a solenidade de implantação e inauguração da sede da 4ª Companhia de Polícia Militar, onde contou com a presença do então Comandante Geral da Polícia Militar do Piauí o Exmº. Sr. Cel. Canuto Tupy Caldas, além de diversas autoridades do Estado e locais. Desde sua criação, contou com a colaboração de 19 oficiais à frente de seu comando, tendo como primeiro comandante o então 2º Ten QOPM Francisco César Lopes, hoje Coronel PM RR.
Desde sua implantação, a 4ª Companhia de polícia vem desenvolvendo um trabalho significativo na manutenção da ordem pública na cidade de Esperantina e em todas as outras que se encontram subordinadas ao seu comando. Atualmente está à frente do comando o Cap QOPM Vicente Albino Filho, que vem realizando um trabalho significativo no campo da segurança pública na região.